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segunda-feira, fevereiro 28

E o Oscar vai para... o BBB11


Em dia de Oscar, promovo uma premiação paralela, dando a estatueta aos confinados no BBB11. Eis os vencedores do prêmio:

Diretor: Mauricio. Desde que voltou ao BBB, está mandando prender e soltar na casa. Regressou cheio de moral e “marra”, como se diz no Rio. Feio de doer, é o objeto de uma obsessão de Maria, a quem rejeita desde que ouviu Ariadna dizer na Casa de Vidro que a moça era garota de programa.

Ator: Rodrigão. É uma esfinge. Bonitão, o Mr. Paraná arrasa os corações femininos dentro e fora da casa, mas evita se comprometer. Classificado por Bial como “uma natureza morta”, perde muito tempo arrumando o cabelo. Já voltou de três paredões.

Atriz: Talula. A modelo é uma boa jogadora. Articulou uma união feminina dentro da casa, é vista como “estrategista” pelo público e tem a língua mais solta da história do BBB. Já falou mal até da mulher do diretor Boninho, mas Mr. Edição nunca exibe os seus venenos.

Ator coadjuvante: Wesley. Começou bem, cercando Maria por todos os cantos, mas desapareceu completamente depois que Mau-Mau voltou. Está totalmente deslocado e sem função no programa.

Atriz coadjuvante: Jaqueline. Ainda não entendi, depois de 48 dias, o que ela está fazendo no BBB. Não me recordo de uma única coisa interessante ou curiosa que tenha dito ou feito desde que o BBB11 começou.

Roteiro: Daniel. Engraçadíssimo, tem altas conversas com o coqueiro, sozinho ou com quem estiver à sua frente. Bêbado ou sóbrio, é o melhor texto do programa. Transformou o tédio inicial que estava sentindo em excelente matéria para a sua diversão.

Trilha sonora: Diogo. Caso curioso de uma pessoa com dificuldades de fala que possui uma metralhadora verbal. “Insuportável”, como já disse Bial, o “Gago” é um dos personagens mais barulhentos da história do programa.

Figurino: Maria. Serelepe, inovou em matéria de strip-tease, ao tirar a calcinha para Mauricio sem remover a minissaia. Também seria imbatível se o Oscar desse prêmio na categoria “comédia pastelão”. Adora ser vista como a “burrinha” da casa e interpreta com gosto o papel de “apaixonada rejeitada”.

Filme estrangeiro: Diana. Com sua cara de nórdica e jeito de menina bem educada, parece um estranho no ninho no confinamento. Definiu Paula como “hilariamente sexual”, o que para a menina soou como alemão, e deu uma cortada em Bial que o deixou perdido. “Você está com raiva ou tristeza?”, ele perguntou depois da eliminação de Natalia. “Estou com TPM”, ela respondeu.

Animação: Janaína. Está sempre sorrindo e agradecendo a Deus, mesmo quando é enviada ao paredão. É de uma felicidade incontrolável e inexplicável.

Curta-metragem: Paula. Foi divertida nos primeiros cinco minutos do BBB. Depois que levou um tombo cinematográfico na primeira prova do líder, nunca mais foi a mesma.

Efeitos especiais: Boninho. Está fazendo das tripas coração para tentar animar este BBB. Colocou uma transexual no programa, inventou paredão quádruplo, “casa de vidro”, “sabotador”, “quarto do terror” e, agora, paredão com duas eliminações.

http://televisao.uol.com.br/bbb/bbb11/critica/mauricio-stycer/2011/02/28/e-o-oscar-vai-para-o-bbb11.htm